Sonhos inocentes..De repente se despedaçam pelo chão..
Sem nenhum barulho..Você sabe que não é o único..
Eu sei..Eu assisto...
Eu escuto ao desespero enquanto você é atirado para fora da vida..
Olhos inconseqüentes..Num subto surto, um tiro em vão..
Ache uma porta que te leve para fora da vida, a única..
Não sei..Não minto..
Você não pode escrever com sangue dos outros a sua despedida..
Meu Deus.. Mande uma luz para cima de mim..de nós..dele..
Antes havia o medo, agora, implore por extrema-unção..
Alivie os pecados da sua cruz..Com trinta e oito..
Trinta e oito..palavras..Em 4 letras..
Todos nós estávamos perdidos..A diferença é que há sangue nas suas mãos..
Mãos minhas, minhas mãos, fechadas, abertas, limpas..
A linha da sua fala..Do teus olhos ao meio..?
Agora deite-se de costas..E esperes
Arrastam-te escondidos, eles sentem a sua presença, o sangue em suas mãos.
" Quando você olhar para cima..E me ver derramando lágrimas..NUNCA..NUNCA ouse pensar que elas são de pena..É que a raiva que eu tenho contra a impunidade não se pode medir em palavras, por isso elas escorrem dos meus olhos antes de alcançar os meus lábios."

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