"Todas as vezes que eu fecho meus olhos..

domingo, 31 de julho de 2011

ou quando os abro, é o seu rosto que me assombra."
Ela escorregou dos Teus braços e caiu no meu colo..
Era tão graciosa, tão silenciosa com todos seus trovões,
Refletia em teus olhos aquela tempestade no inicio de Novembro.
Mas algo estava errado, pés de anjos não foram feitos para tocar o chão.

Eu não senti o silencio, eu não assisti a decepção..
Talvez aquele espetáculo luminescente de insana concepção,
Fosse tudo o que eu precisava respirar, o tempo é uma figuração
uma presunção individualista de uma coletânea de mundos e histórias distintas,
entrelaçados pelo acaso.

“ Ela queima asas de anjos num espírito jovial, quase que transcendente à grafia escrita por palavras, ela carrega o meu anjo nos braços..”


Naquela noite, as estrelas não brilharam, a lua não sorriu,o tempo não parou, não havia a criação de qualquer sinal, e eu não podia simplesmente esperar que tudo isso acontecesse.
Com a mais racional certeza, com meu bolso vazio para qualquer história que você almeje, você não é nada além das reticências que termina cada frase que eu digo...
E se...

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